34º Festival de Almada | Sociedade manipulada para o consumo de Orwell a Wharol

Published On Julho 19, 2017 » 579 Views» Agenda, Cultura, Destaques, Últimas

Cenário muldimensional, na relação entre os personagens e os momentos da peça que, no entanto, fica aquém do que seria esperado para uma peça se esperava de inovadora crítica. No entanto a valer pela criatividade cénica que reflete traços da pintura expressionista de Van Gogh e da pop art de Warhol.

As principais características que compõem o Expressionismo estão exatamente como o nome diz, no expressar de emoções, porém essas emoções que nós falamos são dramáticas, e os personagens usados para as obras eram os próprios seres humanos. Neste género de arte surgiram algumas categorias, hoje iremos falar sobre as obras de Pintura e Escultura que em sua grande maioria tiveram uma ótima aceitação do público.

Uma crítica ácida à sociedade do consumo para o ócio e o vazio intelectual. Palco em que somos uma versão HD, melhorada e sofisticada, mas que nada tem porque lutar, porque existe quem esteja sempre à frente a pensar para si e por si. Uma abordagem à sociedade vigiada onde somos gentilmente conduzidos a ter e fazer, através de uma manipulação subliminar de que Orwell nos alertou no mundo fantástico do seu romance “1984”.

A Sala Principal do Teatro Municipal Joaquim Benite recebeu esta abordagem à arte, na pintura e no teatro, acompanhadas em palco também por compassos musicais.

Ana Martins Ventura

O Seixalense/ZoomOnline

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