Confederação Portuguesa das Colectividades distingue maestro José Marquês de Sousa

Publicado em Junho 2, 2017 » Cultura, Destaques, Últimas

O maestro azeitonense, José Marquês de Sousa, da Sociedade Filarmónica Providência, foi distinguido pela Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, numa cerimónia que decorreu na Assembleia da República.

A Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto distinguiu o maestro José Marquês de Sousa, da Sociedade Filarmónica Providência, de Vila Fresca de Azeitão, pelo seu trabalho em prol da música, em cerimónia decorrida na passada quarta-feira, 31 de Maio, Dia Nacional das Colectividades, na Assembleia da República. A sessão solene comemorativa do 93º aniversário da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD), foi presidida pelo presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, e contou com a presença de diversos convidados da região de Setúbal e representantes do movimento associativo.

Nesta sessão solene foram ainda distinguidos a Câmara Municipal de Setúbal, na pessoa da sua presidente, Maria das Dores Meira, pelo trabalho da autarquia sadina no apoio às colectividades, o músico e dirigente dos “Loureiros”, de Palmela, Humberto Bio, pelo seu trabalho em prol da música e o jornal sesimbrense “Raio de Luz” e a “Rádio Jornal de Setúbal” pela divulgação das actividades do movimento associativo.

Nesta cerimónia, Eugénio Fonseca, presidente da Confederação Portuguesa do Voluntariado destacou a importância do movimento associativo, saudando a Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto. O presidente da CPCCRD, Augusto Flôr, salientou “a importância da cerimónia naquele local tão simbólico para a democracia e apresentou as propostas da confederação para a alteração da legislação associativa, que culminam um amplo trabalho de auscultação e recolha de opiniões que temos vindo a fazer por todo o país”.

“Os enormes obstáculos que encontramos para o exercício da nossa actividade associativa não tem impedido que o sector onde nos inserimos continue a resistir e até a crescer como nenhum outro sector em Portugal”, adianta.

O Setubalense/ZoomOnline

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