Dores Meira presta homenagem a João Calceteiro

Publicado em Julho 17, 2017 » Cultura, Destaques, Últimas

A Casa da Poesia continua a promover iniciativas, que mexem com a cultura setubalense. Na apresentação da 1ª Antologia de Poesia, a presidente Maria das Dores Meira prestou homenagem ao poeta João Augusto Mendes, conhecido na cidade como João Calceteiro.

A 1ª Antologia de Poesia foi apresentada na tarde de sábado, na Biblioteca de Setúbal, numa sala cheia de público, onde predominavam os poetas.

Alexandrina Pereira, dirigente da Casa da Poesia, destacou o lançamento da publicação, que engloba 21 poetas. “Trata-se da nossa obra de arte para ser recordada pelas gerações vindouras”, disse.

A presidente da Câmara Municipal, Maria das Dores Meira, marcou presença e fez questão de destacar o poeta João Calceteiro, recentemente falecido. “A minha homenagem a este poeta setubalense, que nas suas rimas tem um grandioso castelo”, citando o padre António Vieira: “dizer as coisas como foram, mas pintaram-nas como devia de ser…”.

A edil, visivelmente emocionada, que teve a curiosidade de ler o que os poetas escreveram na 1ª Antologia dedicada a Bocage, revelou: “Esta é a memória do futuro, do melhor futuro que queremos para Setúbal, que faz da nossa cidade o melhor sítio para viver”. Também o presidente da União das Freguesias de Setúbal, Rui Canas, reconheceu a importância da Casa da Poesia, que “em boa hora apareceu para marcar a cultura, o social e a cidadania sendo uma força viva da cidade, que continuará a comemorar Bocage”.

Para Alexandrina Pereira, “a criação da 1ª Antologia de Poesia, que homenageia os 250 anos de Bocage é de grande importância para a Casa da Poesia. Embora tenha saído atrasada irá continuar a ter publicação anual”. Já António Galrinho, que apresentou a obra, fez questão de sublinhar: “fazer poesia é um modo de vida e uma paixão das coisas que fazemos”.

A tarde na Casa das Palavras terminou com a declamação de poemas pelos 21 autores, que integram a primeira Antologia de Poesia, que por ordem alfabética foram explicando como surgiu o poema que faz parte desta iniciativa da Casa da Poesia.

Alexandrina Pereira deu o mote com o amor aqui tão perto: “O Mundo poderá ser/ misto de amor e paz/ onde as palavras do dia/ sejam Amor e Poesia”.

O Setubalense/ZoomOnline

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