Integral Woman pretende orientar mulheres em todos os momentos da vida

Publicado em Abril 5, 2017 » Agenda, Cultura, Destaques, Sociedade, Últimas

Celebrou-se ontem à tarde a chegada da Integral Woman Portugal ao distrito de Setúbal, com um encontro de mulheres empreendedoras das mais diversas áreas que se reuniram na Quinta do Peru, em Sesimbra, para falar sobre o projecto e como “bem comunicar e potenciar a imagem”.

“Conheci este projecto através da fundadora, Tânia Trevisan, que um pouco por todo o mundo foi identificando que havia uma falha em termos de networking feminino numa vertente mais pessoal de interacção das mulheres e de entreajuda e neste sentido lançou este projecto no Brasil”, explica Ana Mafalda Flores, Ceo e Founder da Blood.com, agência de consultoria e comunicação. “E apaixonei-me pelo projecto, sendo uma nova empresária e estando na área da comunicação. Estamos a desenvolver uma plataforma onde todas ficam ligadas e à medida que precisamos de apoio, a nível pessoal ou empresarial, podemos usufruir do contacto umas com as outras a nível internacional, dando todas as ferramentas necessárias para que a mulher se possa desenvolver”, acrescenta.

Criada no Brasil, a IW tem como principal objectivo oferecer oportunidades de networking e organizacional, bem como inspirar e motivar as mulheres para que estas se sintam completas na sua vida, a nível pessoal e também a nível profissional. Esta comunidade, que fez no passado mês de Março um ano de presença no nosso país, conta com mais de três mil membros, divididas entre 920 em Portugal, e as restantes no Brasil, Espanha, Peru, e Angola, associando um tema a cada encontro que é realizado e centrando a sua comunicação em canais como o site, o grupo do Facebook e o Whatsapp. “Temos tido uma boa conquista em Portugal. Não há um custo de associação, o que existe mesmo é uma vontade de pertencer a uma rede e de partilhar informação”, explica Mafalda.

Para Maria João Figueiredo, embaixadora regional da IW e Partner da Ciphra, empresa de contabilidade e gestão, este evento é o arranque para a interação com as mulheres de Setúbal. “Todos os eventos onde estive presente me fizeram sentido porque sou mulher, empresária e líder e nós mulheres precisamos de nos ajudar, e entretanto a Mafalda convidou-me para embaixadora desta região”, conta.

A rede e partilhar informação

Carla Rocha, apresentadora do programa da manhã da Rádio Renascença, comunicadora e empresária, esteve presente no evento como oradora, dando a conhecer o seu exemplo de empreendedorismo. “Comecei muito cedo na rádio. Quando queria uma coisa ia muito à luta e é nesta parte que eu me identifico com estas mulheres, que se tiveram de fazer empreendedoras como eu fiz”, refere, não esquecendo a importância de não desistir e das pequenas vitórias.

Autora do livro “Fale menos, comunique mais” e fundadora da sua própria academia com o mesmo nome, Carla Rocha apostou na partilha das técnicas de comunicação da rádio e não só, fazendo vários trabalhos em várias áreas, como a banca, a energia e o desporto. “A comunicação está presente na nossa vida, desde que nascemos até que morremos”, declara. “Não acredito que a comunicação salve um mau projecto ou uma má pessoa mas acredito que há pessoas que por não comunicarem bem não se revelam como deve ser”, acrescenta.

No que diz respeito ao projecto Integral Woman, com o qual se identifica, considera que projectos deste tipo são da maior importância, dando voz às mulheres, e que este é um “projecto que dá força, motivação e outras ferramentas às mulheres, e que se conjuga com o prazer de partilhar”.

Também presente no evento, onde se partilhou ideias e conhecimentos no feminino, esteve Cristina Rodrigues. “Fui convidada recentemente para este projecto mas quando soube do que se tratava, disse logo que sim”, explica. Consultora de imagem e hair stylist, representante da Sebastian, que se dedica à transformação de imagem e a criar tendências de moda e se faz seguir pelas mais reconhecidas figuras públicas, de imediato se identificou com este projecto “porque também sou mulher, porque sempre fui muito envolvida nesta luta e porque nós unidas conseguimos”.

O Setubalense/Zoomonline

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