Retratos da música portuguesa para ver no Politécnico de Setúbal

Publicado em Outubro 6, 2017 » Cultura

De António Zambujo a Manuel João Vieira, passando por Buraka Som Sistema, Moonspell, Sérgio Godinho ou Deolinda. Entre o fado e a pop, passando pelo jazz, metal, kuduro ou folk, são ao todo 30 as imagens que compõem a exposição “Bandas Sonoras”, da fotógrafa Rita Carmo, numa retrospetiva do mais recente panorama musical português, registado entre 2008 e 2013.

A mostra, que já passou pela Galeria Municipal do Barreiro, por várias espaços das ilhas açorianas e também pelo Teatro Municipal José Lúcio da Silva, em Leiria, chega agora ao Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), abrindo ao público no próximo dia 9 de outubro, na Mediateca da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal (ESTSetúbal/IPS), e mantendo-se aí patente até 10 de novembro.

“Bandas Sonoras”, a exposição, exibe uma parte do material que deu origem ao livro “Bandas Sonoras – 100 Retratos na Música Portuguesa”, editado em 2013. Sobre ele, o jornalista Gonçalo Frota define de forma certeira o papel que a autora desempenha enquanto criadora de um imaginário para a moderna música portuguesa: “Costuma dizer-se que, se não passou na televisão, é porque não aconteceu. Da mesma forma, pode afirmar-se que, se Rita Carmo não fotografou, é porque não é música portuguesa”.

Rita Carmo é uma fotógrafa dedicada à cena musical desde há 25 anos, tendo iniciado a sua carreira no semanário “Blitz”, em 1992, onde permanece ainda hoje como fotógrafa residente. Os seus trabalhos têm sido divulgados em diversas publicações nacionais e estrangeiras e, como free-lancer, a fotógrafa é também responsável por diversas capas de CD e imagens de promoção de músicos portugueses.

A exposição abre ao público no dia 9 e tem as portas abertas às segundas, quartas e sextas-feiras, entre as 9 e as 17 horas, e às terças e quintas-feiras, das 9 às 19 horas.

IPS/Zoomonline

 

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